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segunda-feira, 26 de março de 2018

OPEREI! Como foi a cirurgia de Pedra na vesícula?

Veja a história de Amanda:
Olá meus amores!
Sei que me ausentei durante esse tempo do blog mas posso dizer que foi por uma boa causa, e por isso eu vim explicar certinho o que aconteceu. No dia 04 de Março, após o Miss Paranaguá, eu fui jantar e pela madrugada senti um aperto no peito e falta de ar, coisa que estava se tornando frequente no último mês, e durante o decorrer da semana foi piorando.
1º Ida ao Hospital: “É só gases”
Na sexta-feira de madrugada desta mesma semana do Miss Paranaguá, acordei de madrugada com muita dor, além do normal das últimas semanas, então tomei um Paracetamol e esperei passar, como estava fazendo das outras vezes, mas em vez de passar, o aperto no peito e a falta de ar só aumentava. Então não teve como, as 03h00 acordei minha mãe e pedi pra irmos ao hospital.
Chegando lá, eu já fui atendida. O médico me examinou, apertou ali, apertou aqui, perguntou aonde estava as dores e no final ele disse: “Isso provavelmente é gases Amanda, você vai tomar um medicamento aqui e pode ir pra casa”.
Tomei remédio direto na veia e um Luftal que deram (mas que gosto horrivel). A dor passou e eu fui pra casa.
2º Ida ao Hospital: “Amanda, você está com pedra na vesícula!”.
No dia seguinte, eu não acordei bem, estava como se fosse com um enjoo, uma azia, sem falar do mal humor imenso que ninguém aguentava. Então, como minha mãe não iria fazer almoço eu comprei um Subway, sim, UM SUBWAY DE FRANGO RANCH. Cheguei em casa, comi, e fui dormir.
Acordei com uma dor, como se fosse uma pontada na barriga, é essa dor foi aumentando, e aumentou tanto que ficar deitada estava impossível, o que aliviava era ficar sentada e encolhida. Comecei a falar pra minha mãe que precisava ir novamente ao hospital, que a dor estava insuportável e eu não estava conseguindo respirar, parecia que alguém estava me apertando muito forte.
Chegando ao hospital o médico me mandou fazer um Raio-X. Quando fui fazer, o rapaz pediu pra eu deitar, e eu comecei a chorar na hora de levantar pois não tinha como, a dor estava enorme, e ele começou a perguntar “O que foi moça?” E eu só disse que era por causa das dor. Sai dá sala meio mancando é bem curva, a dor estava enorme.
Não apontou nada, somente o vendido dos Gases. Então, o médico não satisfeito, mandou eu fazer uma ecografia e um exame de sangue e, durante esse tempo, tomar medicamentos na veia pra dor.
Na ecografia foi apontada as pedras, pareciam um colar na minha vesícula, por isso eu estava com tanta dor, o excesso de comida gordurosa durante os últimos anos estavam ali, me fazendo passar por uma dor horrível.
Voltei pra enfermaria e minha mãe foi conversar com o médico e ele insistiu pra me deixar internada, mas acabei sendo liberada após de terminar de tomar o medicamento pois eu estava com uma infecção e não poderia ser operada até melhorar dela.
A Procura de um Médico
E então, começamos a procurar um médico para realizar a cirurgia. Comecei a perguntar indicações pra quem eu confiava e indicaram um médico. Marcamos consulta na mesma semana, já que eu queria realmente fazer logo a cirurgia e levamos os exames que tínhamos: ecografia e exame de sangue.
Fomos super bem atendidas, ele analisou os exames e me explicou como seria a cirurgia. Seria realizado a Videolaparoscopia, cirurgia por vídeo, onde seria realizado 3 furos e um corte e a cicatriz não ficaria aparente. Ele passou mais dois exames pra fazer: Raio-x do toráx e um novo exame de sangue (e põe exame) além de ir conversar com a anestesista.
 A Dieta
Claro que, depois de receber tanta informação em menos de 4 dias eu tive que mudar meus hábitos alimentares e confesso que no início foi a pior parte! Cortar alimentos que eu vivia comendo como: Frituras em Geral (Batata Frita, Coxinha, Quibe), Refrigerantes (Coca-cola principalmente), Carne Vermelha, Chocolate (Meu Canole), Café, Leite. Passei praticamente 2 meses (sim, contando com o pós operatório), comendo Canja de Galinha, Arroz, Frango Grelhado e Peixe ensopado (tudo com o mínimo de tempero). Foi o mês a base de suco e água, sofri, mas aprendi.
Marcada a cirurgia: 30 de Março de 2017
Marcamos uma consulta com a anestesista, e ficamos 30min no consultório, onde ela explicou que ela induziria meu sono e eu levaria anestesia geral além de fazer testes e verificar meus exames para ver se não haveria nenhuma restrição. Após essa consulta, voltamos ao consultório e a data da cirurgia foi marcada: 30 de Março, às 09h30, deveria estar no hospital para ser internada e realizar a cirurgia. Naquele momento, eu fiquei tão aliviada, pois não aguentava mais comer comida sem gosto e ficar com dor se eu saísse um pouquinho da linha.
O dia da cirurgia
Me digam: quem não fica nervosa por saber que tera que fazer uma cirurgia?
Eu acordei aquele dia as 07h30 da manhã, arrumei minha malinha para o hospital, tomei um banho e um cappuccino e eu e minha mãe seguimos para o hospital. Depois de assinar toda a papelada, fiquei esperando até as 10h30 para a enfermeira me chamar e dizer que eu iria direto para o centro cirúrgico. Na porta, me despedi da minha mãe e entrei sozinha, com um gelo na barriga pensando “por que isso tinha que acontecer comigo?”.
A moça mandou me trocar e foi por o soro no meu braço, mas como minha veia era fina ela não conseguia encontrar nenhum acesso, então ela colocou por cima do ossinho do pulso e juro, vi estrelas ali mesmo, comecei a chorar de dor e ela começou a dizer que “tinha que ficar ali mesmo”. Fui caminhando até a sala da cirurgia e lá já estavam o Dr. e a Anestesista me esperando. Enquanto me preparavam para a cirurgia, eles ficaram conversando comigo, o Dr. me perguntou com quem eu tinha vindo e que após a cirurgia iria falar com minha mãe, a anestesista ficou fazendo carinho em mim, fiquei mais calma e ai eu apaguei.
Sai do centro cirúrgico era 15h30, e não conseguia nem abrir o olho – péssima essa sensação – além de estar sem força. Minha mãe estava no quarto me esperando e então ela começou a conversar comigo e me fazer carinho. Após isso chegaram algumas visitas e alguns familiares da minha colega de quarto – que realizou a mesma cirurgia que a minha.
Minha mãe conseguiu ficar no quarto comigo até as 20h00. E a noite foi bem complicada pois como eu tenho a veia fina, o acesso a veia estava incomodando, fazendo com que o medicamento não entrasse na quantidade adequada, então tive que pedir para trocarem, pois estava sentindo muita dor.
Fiquei um dia inteiro sem ingerir absolutamente nada, nem água. No dia seguinte minha mãe foi ao hospital para poder me dar banho e recebi alta no período da tarde.
Primeira semana de recuperação.
Posso dizer que foi bem complicado, afinal eu estava precisando de ajuda pra tudo: levantar, deitar, sentar, comer, andar, tomar banho. Não conseguia ficar tempo sentada demais porque os pontos incomodavam, dava dor nas costas, minha pressão descia quando eu levantava pela manhã e eu tinha que ficar andando com um pote de sal pra não cair.
Passava a maior parte do tempo deitada, tomava 2 remédios por dia: um antibiótico e um pra dor além de trocar o curativo de um dos cortes depois do banho. Meu cabelo embolou todo porque eu não conseguia lavar todo dia é ficava deitada muito tempo.
A alimentação eu comecei como sopa, peixe ensopado, e aí fui acrescentando comidas como arroz, feijão, temperos. Como também sou apaixonada por doce, minha mãe comprou picolés pra eu tomar depois do almoço para que fosse uma comida diferente.
Detalhe: eu ficava com a mão em cima da região do umbigo porque ficava com medo dos pontos abrirem (bobeira minha, eu sei). Me estressada com o peso do celular, tablet, qualquer coisa que eu segurasse e não conseguia rir ou espirrar.
A invasão da Barata.
No final do primeira semana, no 7° dia de recuperação, eu já estava bem, levantando dá cama sozinha, andando sozinha pela casa – se encostando pela parede, conversando e comendo melhor.
Então eis que estou, linda e formosa, deitada na cama pegando no sono. Eu moro no terceiro andar em um condomínio, e eles fazem controle de pragas e meu quarto estava todo fechado.
De repente senti umas patinhas caminhando no meu braço, então acordei. Mas como passou, achei que tinha sido só uma sensação. Quando sinto na perna.
Dei um grito enorme, acabei contraindo o abdômen e chutando o ar e nisso, minha mãe veio correndo e disse “O que foi?” e eu chorando disse ” Tem um bicho aqui!”. Foi aí que ela viu na minha cama, puxou meu lençol e disse que era uma barata.
Ela começou a espirrar veneno, e a barata voltou pra cima de mim, e eu comecei a chorar mais ainda. Entao, a minha mãe decidiu me mudar de quarto, pois eu estava nervosa e com muita dor, pelo menos até ela matar a – bendita – barata.
Naquele momento, regredi uns 2 dias dá recuperação​. Parecia que meus pontos tinham arrebentados, não conseguia respirar, chorava, sentia mais dor e chorava por sentir mais dor. Depois de um tempo minha mãe conseguiu matar a barata e fez um chá de camomila pra eu me acalmar e conseguir dormir.
Não dormi nada naquela noite, fiquei com muita dor, e não passava com nenhum remédio – nem os que ele havia receitado e olha que era forte.
Claro que agora nós lembramos e damos risada, mas na hora foi desesperador.
13 dias do pós operatório: remoção dos curativos.
Confesso que fiquei muito feliz pois minha cicatrização foi rápida, não tive nenhum problema com os curativos, mas estava extremamente feliz por saber que estava chegando o dia de remover os curativos.
Dos 5 cortes que levei (que foram entre 0,5cm e 3cm), 4 os pontos eram absorvidos pela pele e ficavam com um microporo por cima e podia molhar sem problema que não havia necessidade de trocar, e o ponto do abdômen era uma gase com microporo para segurar, que devia ser trocado a cada banho, foi um ponto feito como interno. 
Cheguei no consultório e ele já nos atendeu. Ele me perguntou sobre os sintomas que são comum as pessoas terem – coisa que eu não tive, graças a Deus e aos cuidados dá minha mãe, contamos sobre a barata (sim, e o médico só sabia olhar pra minha cara e rir) e então ele me examinou, viu se eu havia ficado com alguma sequela e viu os curativos.
Ele removeu todos os curativos e na hora parecia que tava faltando algo, de tão acostumada que eu estava. Daí ele passou um produto pra limpar a cola dos microporos, já que havia ficado um bom tempo colado. E recebi alta e fui liberada de comer o que eu quisesse.
Testando os alimentos
Fiquei quase 2 meses sem comer gorduras e doces. Então, era hora de testar quais alimentos meu organismo estaria aceitando ou não, já que o órgão que provessava a gordura já não existia mais.
Para que tudo ocorresse bem, os alimentos que eu queria testar, eu testava em casa, pois se eu passasse mal tinha quem me socorrer. Então descobri que:
Não posso tomar café de jeito nenhum! Me dá muita azia e dor no estômago.
Chocolate em excesso me faz mal.
Gordura – de qualquer jeito – em excesso me dá azia e soluço.
Refrigerante me da azia.
Carne vermelha só posso comer um pedaço pequeno, mastigar bem, e mesmo assim as vezes se faz mal.
Tem alguns alimentos que eu ainda não testei, pois estou tentando me reacostumar aos poucos, e além do mais, tem alimentos que não tem o mesmo gosto que antes, exemplo: Oreo. Não consegui comer Oreo, bolacha que eu era apaixonada, agora pra mim é extremamente enjoativo.
Um mês do pós operatório.
Bom, agora que faz um mês ainda sinto dores e onde levei os pontos geralmente estão inchados (que, segundo médico, só em Dezembro que vai finalizar a cicatrização). Andar demais, levantar peso e se abaixar dá repuxadas e falta de ar.
Mas você se acostuma conforme o tempo, e logo estarei 100%.
Acho que é isso!
Beijinhos!

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Vesícula Pedra

Uma radiografia pode provar as sombras região vesiculares de cálcio contendo pedras, mas apenas 10 por cento das pedras são radiopacos. Além disso, outros elementos podem ser confundidas com cálculos biliares, como calcificadas cartilagens costais, cálculos renais, ou linfonodos calcificados.
b. Ultra-sonografia abdominal é o melhor método para explorar a vesícula biliar. Isto, por seu conteúdo fluido e da sua proximidade com a parede abdominal, é facilmente explorável por ultra-som. Enquanto isso, os cálculos biliares, intensamente ecorrefríngentes são rapidamente investigada no lúmen vesicular. Assim, a ultra-sonografia é altamente sensível e específico para o diagnóstico de cálculos biliares, sem outro requisito que o paciente estar em jejum. Ele também fornece informações sobre a espessura da parede da vesícula biliar, o calibre do ducto biliar comum, a dimensão ea homogeneidade do parênquima hepático.
Possíveis achados ultra-sonográficos vesiculares são:
1. Vesícula biliar normal, de parede fina (menos de 3 mm de espessura) sem imagens ecogênicas dentro.
2. Imagens que geram "sombra acústica" ecogênico e mover-se com as mudanças de posição do paciente. Correspondem aos cálculos e pode ser facilmente detectada, mesmo que sejam pequenas.
3. Lumen vesicular indetectável, substituído por uma "sombra acústica" grande, o que corresponde a um ou mais cálculos que ocupam completamente.
O processo tem uma precisão superior a 95% de diagnóstico, com negativos aproximadamente falsos e falsos positivos de 3% a cerca de 2%.
3. Colecistografia oral foi por muitos anos o método padrão para explorar vesícula biliar radiologicamente. O paciente ingere um corante solúvel em gordura contendo iodo é absorvido, atinge o fígado, é extraído pela bílis hepatócito conjugado removida e concentrada na vesícula biliar. Se todas essas etapas forem cumpridas, a radiografia mostra uma sombra vesiculares densidade normal e uniforme. Na prática, um padrão colecistografia exclui o diagnóstico de urolitíase com certeza de 95%. Se a sombra da vesícula biliar não aparece no exame, ele é chamado de "exclusão vesicular" e pode ser devido a várias causas: o paciente não tomar o corante ou não em jejum, há falhas na absorção intestinal ou fracasso doença hepática ou icterícia obstrutiva lá (na verdade pacientes ictéricos com níveis de bilirrubina total superior a 2,5 mg, têm excreção canalicular pobre de contraste). Excluindo todas estas situações, o "vesicular exclusão" reflecte uma doença vesicular que impede a entrada de bílis (obstrução do canal cística) ou a sua concentração no lúmen (colecistite escleroatrofica).
Finalmente colecistografia pode mostrar uma pedra na vesícula comparados com imagens que aparecem como áreas transparentes dentro do vesicular sombra.
Atualmente usando colecistografia é excepcional, uma vez que tem sido substituído por ultra-sonografia.
A tomografia computadorizada não tem vantagens sobre a ultra-sonografia para explorar a vesícula biliar.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Dicas de remédios naturais fitoterápicos e chás para tratar da Vesícula

instruções

1
Comer alimentos que contêm pectina, como maçãs e frutas cítricas para evitar cálculos biliares. No caso em que uma pedra está presente, é aconselhável beber suco de maçãpor dois dias. Na segunda noite, tomar uma mistura de três onças de azeite escuro e três onças de limão espremido fresco. No terceiro dia você deve ser capaz de passar a pedra.

2
Use ervas antilithic em remédios sua casa também prevenir e tratar cálculos biliares.Estas são as ervas que ajudam a evitar a formação de cálculos no sistema urinário, bem como na remoção do corpo daqueles que se formaram. Ervas Antilithic incluem salsa,bearberry, a raiz do cascalho, buchu e seda de milho.

3
Tomar suplementos de ervas hortênsia. Hortênsia foi usada pelos índios americanos, assim como os primeiros colonos para tratar cálculos biliares e pedras nos rins. Seu usopara tratar estas pedras dolorosas continuou no século XIX. Agora há um interesse renovado no poder de hortênsia para prevenir e eliminar cálculos biliares.

4
Manter um peso saudável. Investigações clínicas têm mostrado que pessoas que sãomesmo moderadamente acima do peso aumentar suas chances de desenvolvimento de cálculos biliares.

5
Seguir uma dieta vegetariana em grande parte para evitar pedras na vesícula, ou após o tratamento de pedras na vesícula. Alimentos ricos em açúcar, doces ricos em amido, e gordurosos devem ser eliminados. Frutas, verduras, leite desnatado e deve incluir a dietaprincipal. Carnes magras e peixes podem ser consumidos com moderação.

domingo, 21 de novembro de 2010

Remédio caseiro para Pedra na Vesicula

Segundo os que acreditam e espalham receitas caseiras para curar doenças que nem sempre são simples, acreditam que tomar uma colher de sopa de vinagre de cidra, em meio copo de água, antes ou depois das refeições, faz desaparecer as queixas (as dores provocadas pela pedra na vesícula), em caso de crise, ou evita as crises, se o tratamento for feito no início dos sintomas.
Como "preventivo" basta fazer o tratamento: uma colher de sopa de vinagre em meio copo de água, em jejum, 2 ou 3 vezes por semana.

Um Tratamento Caseiro muito usado para ELIMINAR (expelir) as pedras da vesícula é:
(este tratamento chegou até aqui através dos comentários existentes no texto que esteve publicado anteriormente, com o mesmo título)

Tomar, em jejum, cerca de 150 ml de azeite puro (há quem designe "azeite de oliva" por "herança da terminologia espanhola). Deixar agir durante uma hora e depois tomar um purgante (que pode ser substituído pela colher de sopa de vinagre de cidra ou por um chá laxante). Nesse dia deve-se fazer dieta comendo refeições bem leves e SAUDÁVEIS. Diz quem já fez que se sente um pouco de fraqueza mas que se conseguem expelir todas as pedras da vesícula (que são bem verdinhas).
"AMIGAS MINHAS FICARAM MUITO GRATAS POR ESTE REMÉDIO.
EU NÃO TINHA NENHUM SINTOMA, MAS TOMEI ASSIM MESMO, PORQUE O AZEITE É BOM PARA DIMINUIR O COLESTEROL RUIM".

Há um tratamento semelhante que pode substituir este, para quem não consiga fazê-lo (eu não consigo engolir 15o ml de azeite):
Tomar uma colher de sopa de azeite, em jejum (eu só consigo tomar o azeite colocando-o na boca e mastigando um bocadinho de pão ou tosta). Espera-se 20 minutos e toma-se uma colher de sopa de vinagre de cidra com meio copo de água. Fazendo este tratamento durante vários dias também se conseguem eliminar as pedras da vesícula.

Quando as pedras são muoito grandes deve-se começar por fazer um tratamento com chás.
Há várias plantas usadas em chás para os problemas de vesícula. Aqui ficam os nomes de algumas:
-- Folha de abacateiro (vesícula preguiçosa e pedra)
-- Boldo (ou Boldo do Chile) tratamento da vesícula em geral
-- Bardana (idem)
-- Chá de Lúcia Lima (ou Verbena), Lippia Citriodora, (idem)
-- Chá de agulhas de pinheiro (desfaz os cálculos biliares - pedra da vesícula)

Nota:
Quem tem problemas de vesícula deve evitar:
- o café;
- os frutos secos;
- as frutas com caroço, tais como pêssegos, mangas, etc.
- os fritos
- as gorduras- em geral todo o tipo de refeições consideradas "pesadas".

Nota: Há estudos que dizem que o cafe (a cafeína) não faz mal, muito pelo contrário: ajuda a tratar. Porém, o problema do café não é a cafeína mas a enorme quantidade de toxinas (mais de 3 mil) que contém e passa para o organismo. A cafeína pode ajudar a tratar, mas as toxinas prejudicam muito mais.
O papel das toxinas é fundamental como "catalisador" neste e noutros problemas.

domingo, 1 de fevereiro de 2009

Tratamento dos cálculos da vesícula


Na maior parte dos casos as pedras da vesícula são assintomáticas e não necessitam de qualquer tratamento. É enorme o número de pessoas, em todo o mundo, operadas indevidamente. Os sintomas invocados para justificar a operação (azia, desconforto e enfartamento do estômago, vómito cíclico etc.), nada têm a ver com as pedras da vesícula e reaparecem depois da operação.


1 -Tratamentos não cirúrgicos:
            Dissolução com ácido ursodesoxicólico: A dissolução dos cálculos da vesícula é pouco eficaz e por isso é pouco utilizada. Só os cálculos de colesterol ( transparentes ao RX ) de pequenas dimensões, em vesículas funcionantes, é que respondem  aos dissolventes. São necessários vários meses de tratamento. Uma vez conseguida a dissolução e terminado o tratamento os cálculos voltam a formar-se. Por tudo isto, a dissolução dos cálculos tem indicações muito restritas.
            Litotricia: os cálculos são fragmentados com litotritores através de ondas de choque. O sucesso da técnica depende de várias factores ( cálculos pequenos, número de ondas de choque, terapêutica adjuvante com ácido ursodesoxicólico etc.). Como a vesícula não é tirada, 7% das pessoas ao fim de um ano já tem cálculos e 30% ao fim de 5 anos. Também as indicações desta técnica são restritas.


2 - Tratamento cirúrgico dos cálculos da vesícula:
        Colecistectomia: A primeira colecistectomia foi feita em 1882. Seria um erro tirar os cálculos e deixar a vesícula. Pouco tempo depois a vesícula tinha novamente cálculos.  Por isso o cirurgião quer utilize a técnica clássica quer utilize a recente técnica laparoscópica ( realizada em Portugal desde 1991 ) faz sempre uma colecistectomia - tira a vesícula com as pedras.
        A vesícula é indispensável para o organismo?: Não. Depois de tirada a vesícula os canais biliares adaptam-se e o esfíncter de Oddi regula a saída da bílis para o intestino. Pode viver-se, sem vesícula, sem que isso traga qualquer inconveniente.

terça-feira, 9 de setembro de 2008

Pancreatite Aguda, terrível consequencia...

Antes de qualquer coisa, se você tem alguma dúvida sobre o que será da sua vida sexual depois da cirurgia, leia aqui SEXO no pós cirúrgico.

A Pancreatite aguda é uma condição resultante da inflamação aguda do pâncreas. A principal função do pâncreas é produzir enzimas digestivas, insulina e glucagon que regulam os níveis de açúcar de sangue.

Na Pancreatite, as enzimas pancreáticas que normalmente são lançadas nos intestinos delgados para ajudar na digestão são ativadas dentro do próprio pâncreas e começam a danificá-lo. Se a crise é grave ou prolongada, ou se ocorrem surtos de pancreatite aguda repetidamente, a lesão permanente do pâncreas pode acontecer e levar a uma condição chamada pancreatite crônica.

As duas causas mais comuns de pancreatite são os cálculos de vesícula biliar e o etilismo (uso abusivo do álcool). Como o canal pancreático, que leva enzimas digestivas do pâncreas para o intestino delgado é comum ao canal da bile, que vem da vesícula biliar e do fígado, os cálculos biliares que entupirem o canal pancreático impedem que as enzimas cheguem ao intestino, ficando acumuladas dentro do fígado e sendo pois ativadas, corroendo o órgão por dentro. Embora a maioria das pessoas que bebem álcool não desenvolva a pancreatite, beber grandes quantidades de álcool pode ativar a pancreatite.

Outros fatores que às vezes podem causar pancreatite incluem:

Trauma abdominal (pancreatite traumática),
Cirurgia abdominal, Medicamentos, incluindo certos antibióticos (metronidazol, sulfa e tetraciclina), diuréticos tiazídicos e estrogênio, Altos níveis de cálcio ou triglicérides no sangue, Algumas infecções, como caxumba ou hepatite viral,
Procedimentos endoscópicos que envolvem o canal biliar e pancreático,
Idiopática (não é encontrada causa).

Quadro Clínico

Os sintomas da pancreatite aguda incluem:

o Dor abdominal superior que pode ser de tolerável à lancinante, em faixa, na altura do estômago, tanto à direita como à esquerda;

o Projeção da dor para as costas, tórax, flanco ou para baixo,

o Piora da dor com a alimentação, principalmente gordurosos,

o Náuseas e vômitos,

o Perda do apetite,

o Distensão abdominal (inchaço),

o Febre,

o Falta de ar,

o Cansaço,

o Hipotensão e Choque (pressão muito baixa impossibilitando o funcionamento dos órgãos).


Diagnóstico

A história clínica do paciente irá revelar o uso abusivo do álcool que, quando ausente, principalmente em mulheres, é fortemente sugestivo de calculose da vesícula biliar, confirmada pelo exame de Ultra-sonografia.

Os exames de sangue revelarão níveis elevados das enzimas pancreáticas, amilase e lípase confirmando o diagnóstico de pancreatite. A diminuição do cálcio no sangue é sinal de piora, assim como o aumento dos leucócitos, da glicose, da uréia e da creatinina.

Em alguns casos de pancreatite a amilase do sangue pode ser normal pois ela sobe rapidamente no início e logo diminui, não significando melhora.

Em alguns casos, a Tomografia Computadorizada de Abdome quando há suspeita de inchaço do pâncreas e da presença de líquidos no abdome. A tomografia também pode revelar pseudocistos pancreáticos que são cavidades contendo enzimas pancreáticas que se desenvolvem em alguns casos de pancreatite grave na pancreatite crônica. Complicações sérias podem acontecer quando os cistos estouram e as enzimas entram em contato a superfície do abdome (peritonite).

Prevenção

o Evitar o abuso de álcool se a pessoa nunca teve pancreatite,

o Nunca mais beber, se a pessoa já teve algum episódio de pancreatite álcool-induzida,

o Acredita-se que manter um peso normal e evitar a perda de peso rápida possa prevenir o desenvolvimento de cálculos biliares,

o Evitar o uso indiscriminado de antibióticos e de contraceptivos orais a base de estrogênio.



Tratamento


· Medidas Gerais:



o Repouso no hospital,

o Jejum para “descansar” o pâncreas,

o Reposição de líquidos por via endovenosa,

o Passagem de uma sonda pelo nariz até o estômago para controlar os vômitos,

o Nutrição parenteral (por uma veia grossa) pode ser necessária nos casos mais graves,



· Remédios para proteger o estômago de úlceras de stress. Inclui os bloqueadores H2 (Cloridrato de ranitidina) e os Inibidores da bomba de próton (Omeprazol, Pantoprazol, Esomeprazol, etc),



· Antibióticos só são indicados nos casos graves e quando a causa é a calculose biliar pela freqüente presença de infecção da vesícula – colecistite.



· A Cirurgia é indicada nas seguintes situações:



o Tratamento definitivo dos cálculos de vesícula (colecistectomia),

o Infecção pancreática documentada com abscesso (coleção de pus),

o Necrose (deterioração) extensa do pâncreas,

o Hemorragia importante,

o Choque que não melhora,

o Insuficiência de múltiplos órgãos.



Qual médico procurar?


O paciente com uma dor abdominal intensa, que não melhora com as medidas caseiras, ou que é acompanhada de vômitos ou náuseas intensos, deve-se procurar um cirurgião geral ou ser atendida em um pronto socorro.



Prognóstico.



A pancreatite de leve freqüentemente melhora na primeira semana, sem complicações e sem nenhum problema adicional, mas os casos graves podem durar várias semanas. A pancreatite crônica pode se desenvolver se houver uma lesão significativa do pâncreas ou se o paciente teve vários ataques ao longo do tempo.



Quase 10 por cento dos pacientes desenvolvem complicações como abscesso e necrose do pâncreas que podem requerer tratamento cirúrgico.



A Pancreatite causada pela bebida alcoólica ocorrerá em crises, de tempos em tempos, se o paciente insistir em beber. Aproximadamente 10 por cento dos pacientes com pancreatite aguda relacionada ao álcool desenvolvem pancreatite crônica.