segunda-feira, 23 de abril de 2018

AS PEDRAS / CÁLCULOS PODEM SE DISSOLVER TOTALMENTE NO ORGANISMO ?

Os medicamentos ajudam a dissolver a solução dentro da vesícula, no entanto, leva de seis meses a um ano, é caro e nem sempre resolve o caso. Não existe nenhuma solução capaz de dissolver os cálculos. Diante disso a remoção cirúrgica da vesícula, ou colecistectomia, é o tratamento eficaz.

quinta-feira, 19 de abril de 2018

o ultrasson é o melhor exame para detectar as pedras ?

O exame de ultrassonografia é sem dúvida o exame com maior sensibilidade para detecção de cálculos biliares e quando há dúvidas e também nos casos de microcálculos, e exame indicado é a Ecoendoscopia alta (que nada mais é do que um USG endoscópico). 
Resumindo, se o USG viu pedra, pode confiar! 
Procure um cirurgião do aparelho digestivo para te orientar melhor a respeito e programar a cirurgia, antes que você tenha alguma complicação. 

Tudo sobre o Câncer

O grupo Griffo Blogs anuncia a criação de um novo blog, é o CÂNCER - TRATAMENTO, o blog nasce com muita informação que pretende satisfazer e informar nossos leitores.

quarta-feira, 18 de abril de 2018

vesícula vitelina ou vitelínica

Assim que o óvulo é fecundado pelo espermatozoide, começa ali de fato, a formação de uma nova vida. Junto com essa nova condição, vários outros órgãos provisórios também começam a se formar e um deles é a vesícula vitelina ou vitelínica.

A vesícula vitelina é crucial para a boa formação do embrião durante as primeiras semanas de gravidez. Mas o que é a vesícula vitelina e o que ela faz? Qual o papel dela na formação do bebê e até quando ela fica disponível?

Como se forma?

Com a fecundação do óvulo e a formação de um novo núcleo de células, o zigoto vai em direção ao útero. No caminho, a multiplicação celular se dá de forma rápida, se dividindo cada vez mais e mais. Ao chegar à cavidade uterina, o maço celular recém-formado, se divide novamente, desta vez em 2 partes.

Uma delas será o bebê, e a outra parte será o suporte que essa nova vida terá durante a gravidez. A segunda parte se fixará no útero, se acomodará e criará uma espécie de raiz para retirar do endométrio, todo sangue necessário para vascularização inicial do bebê.

A implantação é uma fase delicada e pode causar dores fracas e até sangramento à mulher, porém, também é possível que não sinta nada anormal. Quando a implantação acontece, o desenvolvimento acelera. O que será o bebê começa a se formar de forma acelerada, se tornando um tubo neural. Enquanto isso a outra parte se torna uma espécie de balão, a vesícula vitelina.

Vesícula Inflamada

A vesícula quando está inflamada costuma doer ou dói na parte de cima do lado direito do abdômen. Seus sintomas incluem indigestão, enjoo, gases e inchaço abdominal. A vesícula inflamada pode matar se o órgão se romper devido à obstrução e houver infecção generalizada. Suco de limão e o chá de erva-de-são-joão são remédios naturais para tomar e tratar a vesícula inflamada.
tratamento para vesícula inflamada inclui, ainda, mudança na alimentação: exclusão de gorduras nocivas ao organismo e inclusão de alimentos depurativos e ricos em vitamina C. Em alguns casos, o uso de remédios e cirurgia são indicados.

Onde geralmente dói a Vesícula Inflamada?

A dor causada pela vesícula inflamada é sentida na parte superior do lado direito do abdômen que se estende para a parte direita das costas e para o braço direito, já que a vesícula fica localizada no lado direito do corpo, próxima ao fígado.
Essa dor pode surgir em forma de crise intensa que começa de repente e dura alguns minutos até desaparecer e voltar novamente, durando mais de 10 horas. A dor piora ao respirar, principalmente se houver cálculos biliares.
A vesícula inflamada pode provocar os seguintes sintomas:
  • Inchaço abdominal e gases prolongados causados pela má digestão (por 10 dias ou mais);
  • Enjoo e tontura, principalmente algum tempo após se alimentar;
  • Dor e peso abdominal sentidos na parte de cima do lado direito do abdômen que irradia para o lado direito das costas e também para o braço direito;
  • Urina escura e fezes soltas e acinzentadas;
  • Mau hálito por tempo prolongado (mais de 10 dias) e febre;
  • Icterícia: pele e olhos amarelados.

Tratamento para Vesícula Inflamada

O tratamento da vesícula inflamada ou preguiçosa inclui, primeiramente, a mudança na alimentação e nos hábitos. Deve-se eliminar:
  • O consumo de gorduras nocivas ao organismo, como as gorduras trans e saturadas, presentes em frituras, alimentos embutidos, produtos industrializados, carnes gordas e doces;
  • soja, pois causa desequilíbrios hormonais que contribuem diretamente para problemas na vesícula;
  • O consumo de bebidas alcoólicas e o hábito de fumar.

O que Comer para Tratar a Vesícula Inflamada?

Para tratar a vesícula inflamada, deve-se incluir na dieta alimentos depurativos e ricos em vitamina C, como maçã, uva, laranja, limão, acerola, morangos, abacaxi, beterraba, cenoura e pepino, além de:
  • Fibras
Devem ser consumidas para evitar a prisão de ventre (presente em frutas como mamão e ameixa, alimentos e cereais integrais).
  • Suco de limão
Tem efeito depurativo e ajuda na digestão. Todos os dias, ao acordar, tome um copo de suco de limão em jejum, feito com 4 limões e 1 copo de água morna ou em temperatura ambiente.
  • Sal grosso, marinho ou sais de Epsom
Antes de dormir, beba 1 copo de água misturado com 1 colher de chá de sal grosso, sal marinho ou sais de Epsom para diminuir o desconforto causado pela inflamação na vesícula.
  • Mel e cúrcuma
A cúrcuma ajuda a deixar a bile mais solúvel (líquida) na vesícula, enquanto o mel atua com suas propriedades anti-inflamatória, cicatrizante e antisséptica. Misture 1 colher de chá de cúrcuma em 1 colher de sopa de mel e tome uma vez ao dia.
  • Vinagre de maçã
Também pode ajudar porque equilibra o pH estomacal e combate a azia e a má digestão. Beba 50 ml de vinagre de maçã seguido de 240 ml de suco natural de maçã para obter alívio imediato sobre as dores na vesícula.
  • Água
Não se esqueça de beber bastante água (1,5 ou 2 litros por dia). Quando o organismo está hidratado a bile desempenha o seu papel com muito mais eficácia e a digestão é facilitada.

Chás

Os melhores chás que auxiliam no tratamento da inflamação e também combatem as dores na vesícula incluem:
  • Chá de erva-de-são-joão (contraindicado para gestantes e lactantes);
  • Chá de alho (ferva 2 dentes de alho em 200 ml de água, coe e beba);
  • Chá de dente de leão;
  • Chá de quebra-pedra;
  • Chá de alecrim;
  • Chá de camomila e de hortelã: ajudam a dissolver os cálculos biliares menores a longo prazo (até um mês e meio).
Faça os chás de ervas em infusão: primeiro ferva a água, desligue o fogo e adicione 1 ou 2 colheres de sopa da erva. Abafe o recipiente e espere de 5 a 10 minutos para coar e beber.

Compressas para Aliviar as Dores na Vesícula

  • Compressas quentes na região onde a dor está concentrada ajudam a aliviar temporariamente as dores na vesícula – podem ser feitas com chá de camomila e sementes de linhaça;
  • Compressas com óleo de mamona: possuem propriedades anti-inflamatória e analgésica potente. Encharque um pano com o óleo, retire o excesso e coloque sobre o local da dor. Cubra o pano com plástico filme e, acima dele, posicione uma compressa térmica ou pano molhado com água quente para potencializar o seu efeito. Deixe agir por 30 minutos.

Remédios para Vesícula Inflamada

  • Ursodiol pode ser utilizado para dissolver os cálculos biliares, embora esse processo leve muito tempo;
  • Antibióticos são aplicados na veia para prevenir ou combater infecções associadas à inflamação quando o paciente é diagnosticado com colecistite aguda (inflamação na vesícula) no hospital. Remédios para controlar enjoos e dores abdominais (se houver) também podem ser administrados.
Na ausência de maiores complicações, o paciente é liberado para casa para continuar o tratamento de acordo com a orientação médica. Para os cálculos maiores, a cirurgia é recomendada no período em que não há inflamação para não expor o paciente a maiores riscos.

Vesícula Inflamada Pode Matar?

Talvez. Se a inflamação da vesícula biliar é causada por cálculos biliares que obstruem completamente a saída da bile do órgão, a vesícula pode romper e expor o paciente a risco de morte por infecção generalizada.

Por que a Vesícula Inflama?

A principal causa para a vesícula inflamada é a presença de cálculos biliares (chamados popularmente de pedras na vesícula) que impedem a saída da bile para fora do órgão.
Essa inflamação, chamada de colecistite aguda, pode ou não estar associada à infecção bacteriana.

VESÍCULA SEMINAL

As vesículas seminais são duas bolsas membranosas lobuladas, colocadas entre o fundo da bexiga e o reto, obliquamente acima da próstata, que elaboram um líquido para ser adicionado na secreção dos testículos. Tem cerca de 7,5 cm de comprimento. A face ventral está em contato com o fundo da bexiga, estendendo-se do ureter à base da próstata.

As vesículas seminais secretam um líquido que contém frutose (açúcar monossacarídeo), prostaglandinas e proteínas de coagulação (vitamina C). A natureza alcalina do líquido ajuda a neutralizar o ambiente ácido da uretra masculina e trato genital feminino, que, de outra maneira, tornaria inativos e mataria os espermatozoides. O líquido secretado pelas vesículas seminais normalmente constitui 60% do volume de sêmen.

segunda-feira, 16 de abril de 2018

VESÍCULA BILIAR E COLELITÍASE

O que é a vesícula biliar

A vesícula biliar é um órgão semelhante a um “saquinho” em forma de pêra localizado na superfície inferior do fígado, medindo cerca de 7 a 10 cm de comprimento. Sua função é armazenar bile e esvaziar para o intestino, geralmente após uma refeição. Devido a um distúrbio dos compostos químicos presentes na bile, são formadas pedras no seu interior, conhecidas como “pedras na vesícula” ou Colelitíase. Pesquisas mostram que elas são causadas por uma combinação de fatores, incluindo química corporal herdada, peso corporal, mobilidade da vesícula biliar e talvez dieta.

Quais os sintomas?

Grande parte dos portadores de cálculos na vesícula são assintomáticos. Os pacientes sintomáticos podem apresentar dor na parte superior e central do abdômen, ou no quadrante superior direito. Na cólica biliar a dor costuma iniciar-se subitamente e termina gradativamente. A dor geralmente é intensa, contínua, com períodos de exacerbação, às vezes irradiando-se para as costas. É freqüente a presença de náuseas e vômitos. Muitas vezes é confundida com dor de estômago, de rins ou até mesmo de coluna vertebral.

Como as pedras podem prejudicar as pessoas?

O cálculo pode ficar “silencioso” dentro da vesícula sem provocar sintomas. Outras vezes, a pessoa pode ter sintomas leves como enjôo, dificuldade de digestão e desconforto após alimentações gordurosas. Porém quando os cálculos obstruem os canais biliares, pode ocorrer infecção e até septicemia (infecção generalizada). Se alguma pedra descer para o canal principal, elas podem obstruir o canal do pâncreas causando a pancreatite aguda, doença às vezes, de difícil controle.

Tem que se retirar as pedras e também a vesícula?

Sim. A presença dessas pedras, chamadas de cálculos, ou de barro biliar atuam como uma “bomba relógio” que pode “explodir” a qualquer momento. Desse modo, pode ocorrer uma inflamação aguda da vesícula biliar provocando fortes dores na parte alta do abdome, conhecida como colecistite aguda, uma grave infecção abdominal. Se estas dores não melhoram com medicamentos o paciente deverá ser operado de urgência.

O que é colecistectomia laparoscópica?

É o nome do procedimento cirúrgico para remover a vesícula biliar com as pedras através de pequenas incisões no abdome. Uma espécie de micro câmara é usada para mostrar a vesícula biliar e sua retirada através de uma pequena incisão abdominal de cerca de 1 cm. As vantagens são: pouca dor no pós-operatório, alta precoce, ótimo resultado estético e retorno quase imediato às atividades cotidianas.

Quais são os riscos da operação?

Colecistectomia laparoscópica é um procedimento muito seguro e comum. Estima-se que se fazem cerca de 700.000 dessas operações por ano nos Estados Unidos. No entanto, como em qualquer outro procedimento cirúrgico, as complicações podem ocorrer, como o sangramento e a infecção. Menos comumente podem ocorrer lesões de órgãos vizinhos ou dos canais biliares. Na presença de algumas condições, a operação pode requerer a conversão de uma laparoscopia para uma colecistectomia aberta. Você deve discutir estes riscos com mais detalhes com seu médico e anestesista.

Qual o preparo para a operação?

Uma avaliação completa será feita pelo seu médico. Alguns exames podem ser necessários antes de operar, como análises de sangue, eletrocardiograma (ECG) ou radiografia de tórax para verificar o seu coração e pulmões. O ultra-som abdominal é recomendado para verificar a presença de cálculos nas vias biliares. Se você usa medicações diariamente, comunique a seu médico. Antes da operação, nenhum alimento pode ser ingerido nas últimas oito horas. Procure alguém para conduzi-lo ao hospital no dia da cirurgia e levá-lo para casa quando receber alta hospitalar.

O que posso esperar no dia da cirurgia?

Chegue ao hospital no dia e hora marcados. Na internação, cadastre um termo de consentimento autorizando a equipe médica realizar a cirurgia. Você vai ser conduzido ao bloco cirúrgico, onde toda a equipe vai estar presente para recebê-lo. A operação dura em média 40 minutos. Após o término da operação, você vai ser conduzido para a sala de recuperação onde vai ter sua pressão arterial, pulso e respiração cuidadosamente monitorizados até que você esteja completamente desperto e com condições de ir ao seu apartamento. Dependendo de sua recuperação, poderá deixar o hospital no mesmo dia, ou na manhã seguinte.

O que eu posso esperar após a cirurgia?

Você será medicado com analgésicos, ingeridos por via oral em sua casa. Dê preferência a alimentos de mais fácil digestão, evitando comidas gordurosas na primeira semana. Você será orientado por seu médico no dia da alta com relação às atividades normais, como tomar banho, subir escadas, trabalhar, carregar peso, dirigir e ter relações sexuais. O ideal é voltar ao trabalho após uma semana. Porém, em alguns casos, o paciente poderá iniciar trabalhos leves após três dias da operação. Ligue e agende uma consulta de retorno no prazo de 1-2 semanas após a cirurgia. Pontos geralmente não precisam ser removidos já que as incisões são muito pequenas e as suturas usadas são absorvíveis.

Quando devo chamar meu médico?

Você deverá chamar seu médico se você apresenta algum dos seguintes sintomas: falta de ar ou tosse contínua, febre superior a 38 graus, drenagem persistente de secreções nas incisões, dor abdominal persistente que não alivia com as medicações prescritas, vômitos contínuos ou hemorragia.

Aposentada tinha 5.037 cálculos na vesícula biliar

O cirurgião Dr. Luciano Dias de Oliveira Reis, de Santo Antônio da Platina, no norte do Paraná, a 370 quilômetros de Curitiba, retirou 5.073 cálculos, com tamanhos variando entre um milímetro e dois centímetros de diâmetro, da vesícula biliar da aposentada Maria Aparecida Miolo, de 81 anos. É um caso muito raro na medicina e que pode entrar para o Livro dos Guinnes, dos Recordes. Já em casa, no município de Salto do Itararé, na divisa com São Paulo, a aposentada ainda é alvo de curiosidade. "Muita gente aparece para ver as pedras", disse Maria Aparecida. Os fragmentos estão guardados dentro de um vidro. "Eu também só acreditei quando vi", confessou a mulher, que vive com o marido, José, de 82 anos, e possui quatro filhos, seis netos e uma bisneta. No último dia 20, o cirurgião foi procurado pela aposentada, que já havia sido examinada por outro médico da vizinha cidade de Siqueira Campos. "Ela tem 81 anos, estava com 98 quilos e apresentava uma massa no abdome", contou Reis. "Para nós, isso já é algo excepcional." Submetida a uma ultra-sonografia, apareceu uma vesícula "imensa". "Resolvemos operar no mesmo dia", disse o médico. A cirurgia começou às 14 horas e demorou uma hora e meia. De cara, Reis percebeu algo estranho. Normalmente, a vesícula tem de 7 a 8 centímetros de comprimento, mas a de sua paciente apresentava 16 centímetros. Além disso, a parede, que possui cerca de 3 milímetros, estava com quase um centímetro de espessura. "Parecia um saquinho de couro, desses usados para carregar moedas", comparou. Com dificuldades para manipulá-lo, foi feito um orifício, de onde saiu cerca de 100 ml de um líquido purulento. Outro buraco foi aberto nos fundos do saco, de onde ele retirou as pedras usando uma colher de cafezinho. "Quando ficou no tamanho normal, fizemos a cirurgia", disse. A vesícula, um reservatório de bílis, foi retirada. Encerrada a cirurgia, ele deixou a sala, mas suas ajudantes passaram a contar as pedras. "Quando chegou em 4 mil me chamaram", disse. Tão surpreendente quanto o número de cálculos foi a recuperação da aposentada. No dia seguinte, ela recebeu alta. "Estou muito bem, fazendo e comendo de tudo", afirmou Maria Aparecida. Formado há 24 anos, Reis disse que tinha visto no máximo entre 500 e 600 cálculos em uma pessoa. Nos Estados Unidos, são realizadas cerca de 500 mil colecistectomias (retirada de vesícula) por ano. No Brasil, não há números oficiais, mas ele acredita que são realizadas entre 200 mil e 250 mil cirurgias anualmente. Em cerca de 5% dos casos, a inflamação forma-se sem existência de cálculos. Reis enviou dados da cirurgia para o Livro dos Recordes. As estatísticas mostram que 82% dos casos de cálculos biliares são em mulheres e especialmente as que tiveram vários filhos, têm mais de 40 anos, peso acima do normal e pele clara. Eles são formados na maior parte por colesterol. Em maio do ano passado, em Arapongas, também no norte do Paraná, o cirurgião Hélcio Watanabe retirou 4.431 cálculos da vesícula biliar de Nereide Palma, de 60 anos, portanto nossa vice-campeã.

Pedra na Vesícula dor no estômago

Grande parte dos portadores de cálculos na vesícula são assintomáticos. Os pacientes sintomáticos podem apresentar dor na parte superior e central do abdômen, ou no quadrante superior direito. Na cólica biliar a dor costuma iniciar-se subitamente e termina gradativamente. A dor geralmente é intensa, contínua, com períodos de exacerbação, às vezes irradiando-se para as costas. É freqüente a presença de náuseas e vômitos. Muitas vezes é confundida com dor de estômago, de rins ou até mesmo de coluna vertebral.

Como as pedras podem prejudicar as pessoas?

O cálculo pode ficar “silencioso” dentro da vesícula sem provocar sintomas. Outras vezes, a pessoa pode ter sintomas leves como enjôo, dificuldade de digestão e desconforto após alimentações gordurosas. Porém quando os cálculos obstruem os canais biliares, pode ocorrer infecção e até septicemia (infecção generalizada). Se alguma pedra descer para o canal principal, elas podem obstruir o canal do pâncreas causando a pancreatite aguda, doença às vezes, de difícil controle.

Pedra na Vesícula na gravidez - gestação

Durante a gestação, a mulher pode ter pedra na vesícula? Sim, infelizmente este é um problema que podem acontecer. Mas, será que isso pode prejudicar a gestação? Veja a seguir a resposta para essa pergunta e porque a pedra ocorre, quais são os sintomas e como tratar

A pedra na vesícula acontece com maior frequência em gestantes que estejam acima do peso, que tenham colesterol alto ou diabetes. O problema ocorre por causa das alterações hormonais da gravidez. Os hormônios podem dificultar a vesícula biliar de se esvaziar. E, o acúmulo de colesterol provoca a formação das pedras. Pedra na vesícula e gestação A pedra na vesícula não afeta o desenvolvimento do bebê nem impede a gestação. No entanto, alguns incômodos e complicações podem ocorrer, como infecção e vômito. Se os vômitos forem severos, é preciso atenção. Isso porque a nutrição do feto pode ser afetada. Procure seu médico para avaliar o quadro e iniciar o tratamento para ter uma gestação mais tranquila.